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Escritório busca se fixar em países de língua portuguesa
Andréia Henriques
08.02.2013

Diamantino Advogados, quer se tornar global, com parcerias em Portugal e Macau, mas mantendo estrutura pequena e com crescimetno de 25%

SÃO PAULO

Fundado na década de 1960 em Minas Gerais e por muitos anos um escritório focado no direito agrário, o Diamantino Advogados Associados quer agora se tornar global, mas sem perder sua estrutura pequena. A estratégia é estabelecer bases, inicialmente por meio de parcerias, em países que falem a língua portuguesa. No primeiro trimestre deve ser fechado acordo com um escritório de Portugal e no segundo, de Macau, como forma de dinamizar o acesso à China.

"Não temos a condição nem pretensão de ser um grande escritório mundial, mas sim um que entende jurisdição da língua portuguesa", afirma o sócio Eduardo Diamantino. O próximo foco, após se estabelecer em locais que servirão de porta de entrada para Europa e Ásia, deve ser na África. "Temos clientes de Uberaba, origem do escritório, que têm negócios na África e queremos acompanhar as operações e ser a solução jurídica para as empresas", diz o advogado.

Com essa aposta de ser a solução para o estrangeiro no Brasil e para os brasileiros no exterior, a expectativa é voltar a atingir o patamar de 25% de crescimento em seu faturamento em 2013 - no ano passado, a banca registrou 17% de expansão. A ideia é trabalhar primeiramente com parcerias com escritórios locais para entender como a união vai funcionar.

A ida ao exterior como foco, que deve se consolidar nos próximos três anos, já trouxe alguns desdobramentos internos: no final do ano passado, o escritório tomou a decisão de reduzir a unidade de Brasília, que vinha perdendo a razão de existir por conta do uso do processo eletrônico no Judiciário. A banca tem unidades em Uberaba (Minas Gerais), São Paulo e uma pequena base em Brasília. "Hoje não faz muito sentido pensar em mercado local", afirma o sócio ao descartar a abertura de novas unidades no Brasil.

A abertura de pontos fora do mercado brasileiro não deve afetar o "DNA" da banca, que deve continuar pequena. "Nós acreditamos em valor agregado, não temos a cultura de gerenciar volumes. Sempre tivemos um pouco de aversão a tamanho. Nosso negócio não é número de processos, mas sim inteligência e estratégia", afirma o sócio.

Hoje o escritório tem 16 advogados (três sócios) e cerca de 300 clientes ativos. "Temos poucos processos, mas é grande o valor total das causas. Nosso negócio é atender com valor agregado, onde podemos fazer a diferença", completa.

Além de ser voltado para o agronegócio, área tradicional, a banca atua especialmente em tributário, societário e contratual, setores que comandam a área empresarial. "Em termos de faturamento, há dois ou três anos, o empresarial já é maior que o agrário", diz Diamantino. Planejamento tributário e societário representa hoje a maior demanda do escritório.

O contencioso representa 50% dos casos da banca, mas a balança deve pender para o lado consultivo nesse ano. "A grande demanda agora em agrário passa a ser o consultivo, com relação às questões de regularização do novo Código Florestal", destaca o advogado. "Não temos a menor dúvida que seremos eminentemente consultivos a partir do final do ano."

Os investimentos de 2013 estão voltados, além das parcerias no estrangeiro, para a implantação de novos controles operacionais, ou seja, criação de regras de procedimentos, controles de qualidade, marcações, tempo para a proposta sair ou a questão ser concluída, etc. "Vamos parametrizar essas questões internas e colocar um nível de exigência muito maior, como estabelecer que os prazos devem ser cumpridos 48 horas antes e os casos devem ser revisados. São metas que estamos estruturando. Apesar de sermos um escritório pequeno, vamos colocar procedimentos", diz Diamantino.

Além disso, a banca está implantando novos arquivos eletrônicos e trocando o gerenciador de documentos.

Dentre os clientes, predominam, além de grandes agropecuárias, empresas dos setores de laticínios, serviços financeiros e indústria de madeira. "Nosso target é empresa de médio porte, mas temos feito um esforço para aprender a trabalhar com empresa 'sem dono'. Hoje muitas vezes preparamos a empresa para ser vendida, para tomar aporte de um fundo, estamos na fase de estruturação do crescimento da empresa", ressalta Eduardo Diamantino.

Ele afirma que o escritório, familiar, quer perder essa característica. E para isso, terão sócio que não seja da família. "Nos próximos cinco anos queremos ter resolvido essa questão. Só vamos reter talentos dessa forma", diz.

A banca deve, no entanto, continuar a associar a venda de serviços jurídicos com a venda de confiança. "Não podemos contar histórias para os clientes, temos q ser confiáveis. Por isso temos uma rotatividade baixa de clientes. Em Uberaba, por exemplo, há clientes conosco desde a década de 1970", afirma.

A banca iniciou atuando com base no Estatuto da terra, passou pela expansão da fronteira agrícola para Norte e Centro Oeste e atuou nas desapropriações.


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